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pensador estadounidense: Conseguir el oro – Las ratas huyen del barco que se hunde Venezuela

The reliable Russ Dallen de Caracas Capital, sent out a market note with a suggestion that things are moving. His analysis is succinct:

Events continue to transpire quickly in Venezuela. There is a big march planned for tomorrow and the Opposition has something to rejoice about as the Maduro Regime’s latest attempt to liquidate the nation’s gold patrimony has collapsed.

primero, we tracked the Russian cargo jet bugging out earlier this afternoon (before the Russians turned off their transponder to avoid being tracked).  They are now well passed Barbados and we think they are headed towards Cape Verde given their direction and previous routing.

En segundo lugar, while UAE investment bank Noor Capital announced that theypurchased approximately three tonnes of gold from Venezuela’s Central Bankon January 21 (explaining the earlier jets we tracked), Noor says that the current sale of another $800 million is not happening (por ahora):  “Until the situation in Venezuela stabilizes, Noor Capital will refrain from any further transactions.

Overall, good news for Venezuelans, democracy, bondholders and creditors:  Cucarachas scatter when you turn on the light.

More of his thoughts on the unfolding story can be heard at this siteaquí.

https://www.americanthinker.com/blog/2019/02/getting_the_gold_out_the_rats_are_fleeing_venezuelas_sinking_ship.html#ixzz5ghAQvDHG

McClatchy: NOS. Yanks activos de los bancos de Venezuela, pone las bases para la batalla por Citgo

“Ellos han prestado en contra de ella hasta la empuñadura. Es como tener tres hipotecas sobre su casa," dijo Russ Dallen, socio director de Caracas Capital, un banco de inversión.

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Los pagos a Rosneft en su garantía asegurada serán previsto para marzo, poniendo más presión sobre las finanzas de Citgo.

“Hay una gran cantidad de piezas móviles," dallen dijo.

Guaidó’, apoyada por algunos 20 naciones, además de los Estados Unidos que lo reconocen como el jefe de Estado, podría buscar una resolución de la Organización de los Estados Americanos por una especie de “escudo de la deuda”, como el U.N. resolución que permitía a Irak a reconstruir después de la 2003 EE.UU. encabezada por la guerra antes de pagar acreedores, dallen dijo.

De tres refinerías de Citgo, los dos en Louisiana y Texas dependen de crudo pesado venezolano, y enfrentarse a un posible corte como el gobierno de Maduro se ve a comercializar crudo en otra de fuera de EE.UU.. mercados.

Ambos dallen y Fernández dijo que la administración Trump podría ayudar a esas dos refinerías mediante la liberación de crudo de la Reserva Estratégica de Petróleo, cavernas de sal subterráneas que contienen una reserva de crudo para su uso en situaciones de emergencia nacional y para suavizar la volatilidad de precios.

https://www.mcclatchydc.com/news/nation-world/world/latin-america/article225240320.html

CNBC: Russ Dallen discute U.S. sanciones a Venezuela

Russ Dallen, Caracas Capital Markets Socio director, talks about the continuing upheaval in Venezuela and the geopolitical oil impacts

https://www.cnbc.com/video/2019/01/29/russ-dallen-discusses-u-s-sanctions-on-venezuela.html

https://www.youtube.com/watch?v=fhEEYc4NMgg

CNBC: Russ Dallen discute Venezuela

Russ Dallen, Caracas Capital Markets Socio director, habla de la agitación actual en Venezuela, junto con grandes impactos del petróleo.

https://www.cnbc.com/video/2019/01/24/russ-dallen-discusses-venezuela.html

https://www.youtube.com/watch?v=tRWRhPDDh80

https://finance.yahoo.com/video/russ-dallen-discusses-venezuela-113100612.html

https://preview.msn.com/en-ca/video/money/russ-dallen-discusses-venezuela/vi-BBSFQ6l

"Venezuela se ha convertido en el sueño de Pablo Escobar." Entrevista con el "sicario económico" Russ Dallen

Podia ser o país mais rico do mundo, mas a miséria geral agrava-se de dia para dia. Russ Dallen, considerado pelo regime umsicário financeiro”, receia que a situação piore ainda mais.

Edgar Caetano

A Venezuela podia ser o país mais rico do mundo — tem recursos naturais para isso —, mas a miséria nas ruas e nos serviços públicos agrava-se de dia para dia. Ainda assim, “não podemos garantir que a situação não irá agravar-se ainda mais”, receiaRuss Dallen, um profundo conhecedor do país que tem uma firma de investimentos que opera em Caracas e Miami. O norte-americano é considerado pelo regime um “perigoso sicário” e “inimigo do povo venezuelano”, apesar de confessar que a coisa que mais lhe tira o sono é garantir que consegue acompanhar a inflação gigantesca nos salários dos seus colaboradores, para que eles “se aguentem” nestes tempos incrivelmente difíceis.

Em entrevista telefónica com o Observador, Russ Dallen, que comprou um jornal a que mudou o nome paraLatin American Herald Tribune, lamenta que a Venezuela, outrora um país próspero, cheio de oportunidades e com um povo caloroso, hoje se tenha transformado no “sonho de Pablo Escobar”, pela mão de “pessoas muito más que sabem perfeitamente que no dia em que este regime terminar vão acabar na prisão ou pendurados na ponta de uma corda”.

Russ Dallen, que anda deblindadoe segurança pessoal, sobretudo desde que foi alvo de uma violenta tentativa de sequestro, não desiste do país porque, entre outras razões, acredita que se um dia o regime for derrubado a Venezuela voltará a ser um El Dorado e existirá algo “semelhante à corrida ao ouro no início do século XIX, nos EUA”. O “perigoso sicário financeiro”, que já aconselhou a Casa Branca e testemunhou no Congresso norte-americano sobre o tema da Venezuela, lamenta, também, que nos EUA haja algum “pejo” entre os políticos em punir a Venezuela, porque isso poderia fazer subir o preço que os americanos pagam na bomba de gasolina.

Como é que é gerir uma empresa de investimentos num país como a Venezuela?
É deprimente. Não há capitalismo aqui — não há capitalismo saudável, quero eu dizer, porque existe algum capitalismo que se pode considerar selvagem. Mas não há muito investimento a entrar no país, sobretudo desde as expropriações, e as empresas locais não têm conseguido ter atividade suficiente para que possamos trabalhar com elas. Obviamente a vida não tem sido fácil, mas tenho uma empresa e vivo a minha vida sempre preocupado em garantir que não falta nada aos meus funcionários, que consigo pagar os ordenados e acompanhar o aumento do custo de vida de forma a que eles consigam aguentar-se — são funcionários que estão comigo há muitos, muitos anos.

Divide o seu tempo entre a Florida e Caracas. Porque é que continua na Venezuela?
Vim para cá em 2000. Casei com uma venezuelana, temos filhos e temos negócios nos quais continuamos a ter fé de que podem vir a correr bem, muito bem mesmo. A verdade é que a Venezuela é um país absolutamente maravilhoso, abençoado com todos os recursos naturais que se podem pedir — petróleo, ouro, minério de ferro, diamantes. Temos mais petróleo do que a Arábia Saudita e paisagens maravilhosas, uma cultura rica e gente naturalmente calorosa. E não existem dúvidas na minha cabeça de que no dia em que este país deixar a ditadura em que vive, dominado por gente muito má e perigosa, vai voltar a ser um paraíso na Terra. Para já, contudo, a Venezuela é mais um exemplo da situação em que pode cair um país — mesmo um que tem as maiores reservas de petróleo do mundo — quando é tomado pelo comunismo, ao estilo cubano — como se precisássemos de mais exemplos, depois das Coreias ou das Alemanhas…


Quem é Russ Dallen?
Norte-americano, formado em Oxford (Inglaterra), fez carreira na área financeira com um enfoque especial na América Latina. Comentador frequente na imprensa internacional, foi um dos primeiros a alertar, en 2013, para o colapso económico iminente (e a falar sobre a escassez de produtos essenciais, como papel higiénico). Conseguiu antecipar de forma certeira falhas de pagamento de dívida não só pelo Estado venezuelano mas, também, na Argentina, como reconheceu oTiempos financieros. Passa a maior parte do tempo em Caracas, onde gere a firma Caracas Capital Markets e éeditor do Latin American Herald Tribune, um jornal histórico que anteriormente se chamava Venezuela Daily Journal e que Dallen comprou em 2003, sendo um apaixonado pelo jornalismo desde a faculdade (ou, melhor, desde que trabalhou comopaper boy, na distribuição de jornal com bicicleta, em Nova Orleães).

Falou sobre a queda do regime. Acredita que esse dia chegará? Ou, melhor, acredita que esse dia está próximo?
É difícil dizer porque, por um lado, se olharmos para o ciclo natural das coisas, há muito chegámos ao momento em que, historicamente, uma mudança de regime já teria acontecido ou estaria muito próxima de acontecer. Mas nem sempre isso acontece, e Cuba é um exemplo de um país onde isso não aconteceu nem parece estar prestes a acontecer, apesar de todas as dificuldades. Portanto, podemos ter esperança mas não podemos garantir que haverá mudança de regime na Venezuela tão cedo, porque quem está no poder são pessoas que não têm para onde ir. Sabem perfeitamente que no dia em que este regime terminar vão acabar na prisão ou pendurados na ponta de uma corda.

E, já agora, como é gerir um jornal num país como a Venezuela?
Também é muito difícil, obviamente o negócio dos jornais não é o melhor negócio que existe, em lado nenhum, mas num país onde falta eletricidade, comida e as coisas mais básicas, obviamente que a informação passa a ser vista como um luxo. Vimos recentemente o El Nacional acabar com a edição impressa e potencialmente acabar nas mãos de acólitos do regime — este era um dos principais críticos do chavismo. É mais um prego no caixão da democracia, que obviamente há muito deixou de existir na Venezuela.

Na sua página de Twitter, ostenta uma imagem de alguém que lhe chamou algo como “perigoso sicário financeiro”, um sanguinário inimigo do povo venezuelano…
Fiz alguns inimigos, é verdade, ao longo dos anos. Presenciei e soube de muitas coisas que não agradam ao regime. Testemunhei no Congresso dos EUA e colaborei, como conselheiro, com a Casa Branca sobre o tema da Venezuela. Ando com um [carroblindado e com segurança pessoal, para todo o lado onde vou em Caracas, sobretudo depois de há uns anos ter sido alvo de uma tentativa de sequestro. Ia a entrar no meu carro, na baixa de Caracas, com o meu motorista, e houve uma emboscada em que um grupo de homens rodeou o carro e conseguiu partir o vidro traseiro do carro, apesar de ser um vidro à prova de bala, para me levar. Conseguimos escapar, felizmente, mas é daquelas situações em que a adrenalina dispara. Mais tarde, soube que o meu motorista tem um familiar que é da guarda civil. E esse polícia contou ao meu motorista que apanharam um dos responsáveis pela tentativa de sequestro. O homem explicou que lhe tinham pago para me apanhar — não sabia o que iam fazer comigo, por sinal não lhe foi dito qual era a intenção última, só sabia que seria pago por me apanhar e me levar.

Quanto? Soube?
O equivalente a qualquer coisa como 100 ou 200 dólares, na altura. As pessoas vivem em desespero, absoluto desespero, portanto não é surpreendente que muitas escolham o crime. Outras emigraram: ganha-se mais num dia a conduzir um Uber em Miami do que em vários meses a trabalhar em Caracas. Antigamente a Venezuela tinha uma vida noturna ótima, as pessoas iam para as ruas comer e cantar, hoje ninguém sai à rua à noite porque a qualquer momento podemos ser assaltados… ou pior. Há muita gente que se dedica ao crime e até alguns polícias chegam a casa, mudam de camisa e vão para a rua assaltar. Alguns nem sequer se dão ao trabalho de mudar de camisa: fazem assaltos mesmo com a farda policial. Transformámos este país num narco-Estado que corresponderá ao sonho de Pablo Escobar, com um sistema judicial completamente corrupto e sem qualquer réstia de democracia.


Russ Dallen ostenta, no cabeçalho da página no Twitter, o retrato que alguns fazem dele na Venezuela.

As receitas do narcotráfico estão a substituir a perda de receita com o petróleo?
Não estarão a substituir em termos fiscais, porque não é propriamente uma atividade taxável. Mas estão a financiar a corrupção e a rechear as contas em bancos suíços eoffshoresde muita gente aqui, gente com poder. É por isso que o regime continua a sobreviver, porque enquanto homens, mulheres e crianças morrem à fome nas ruas, há um conjunto alargado de pessoas na política e noutras áreas, como militares e juízes, que estão a beneficiar deste regime.

Vê com algum otimismo os desenvolvimentos recentes, como a eleição de uma Assembleia Nacional onde a oposição tem a maioria?
O poder na Venezuela sai do cano de uma arma. E a oposição não tem armas. Quem tem armas são os militares, e esses continuam a apoiar o regime de Maduro. Um derrube do regime pela via democrática, como aconteceu com Pinochet no Chile, em certa medida, é possível mas não parece muito provável nesta fase, porque não há democracia nem eleições sérias na Venezuela, como se viu nas eleições no ano passado. E o caso do juiz Christian Zerpa trouxe à luz do dia muitas coisas que, naturalmente, nós já sabemos que são assim mas que é bom ver serem faladas publicamente.

Está a referir-se ao juiz do Supremo Tribunal, antigo apoiante do regime, que desertou para os EUA.
Sim, ele contou como os juízes recebem ordens diretamente do regime de Maduro (e, antes de Hugo Chávez). E falou de como quem dá as ordens ao regime na Venezuela é o regime cubano, que envia os seus diplomatas para ditar as políticas que o regime venezuelano deve tomar.

E a influência russa? Que tipo de suporte a Maduro dá a Rússia, que ainda agora se soube que vai instalar uma base militar a 200 quilómetros de Caracas?
Não tanto quanto, por vezes, se pensa. A Rússia só se interessa pela Venezuela na medida em que ela lhe der dinheiro a ganhar. A Venezuela está muito longe da Rússia, geograficamente, e a Rússia aprendeu com a União Soviética que não vale a pena querer dominar em demasia algo que está muito longe. É verdade que a Rússia gosta de esfregar o dedo na cara do Ocidente mas a realidade, na minha opinião, é que o interesse da Rússia na Venezuela, mais do que político, é económico e está relacionado com o facto de a Venezuela ter ativos petrolíferos apetecíveis que neste momento é incapaz de aproveitar.

Não tem “know how"?
Dou-lhe este exemplo: todas as manhãs quando chego ao escritório tento perceber se o cargueiro Energy Triumph já saiu do porto [Jose Terminal]. Mas estão há várias semanas a tentar enchê-lo, para levar para a PetroMonagas, da russa Rosneft, carregado de petróleo [Morichal blend], e não conseguem. Simplesmente a petrolífera estatal, a PDVSA, não tem capacidade para produzir em quantidade suficiente porque está completamente falida e com enormes problemas de sub-investimento e problemas operacionais, sobretudo desde que o regime expulsou os trabalhadores experientes que trabalhavam neste setor e que foram substituídos por pessoas ligadas ao regime. E, também, desde que as multinacionais como a Exxon Mobil e a ConocoPhillips foram expropriadas sem qualquer compensação — só anos mais tarde após uma longa batalha judicial.

Por isso é que a empresa PDVSA está endividada.
Sim, e é uma empresa absolutamente central para a inversão que um dia possa existir na política venezuelana. Hoje a Venezuela está a produzir cerca de um terço do que produzia quando Chávez tomou o poder, pouco mais de um milhão de barris de petróleo por dia. Têm-se demonstrado incrivelmente incompetentes: produzem tanto hoje quanto produziam em 1947. A boa notícia é que os investidores internacionais veem a Venezuela como tendo um problema de liquidez e não de solvência. Ou seja, é clara a perceção de que se o regime mudasse seria relativamente fácil fazer umrebootna PDVSA e pagar todas as dívidas que o país tem e ainda sobrava muito para relançar o país.

É um otimista?
Sou um realista: temo que a Venezuela ainda não tenha tocado no fundo e que este novo ano seja ainda pior. Modero as expectativas, porque o regime está muito enraizado, mas não tenho dúvidas de que com o governo certo seria possível arrumar o caos que tomou conta do país. Costuma-se dizer que “quando há sangue nas ruas é porque chegou o momento de investir” — não tenho a certeza de que assim seja, neste caso, mas veremos. Há muito potencial na Venezuela porque, passe o exagero, anda-se com um guarda-chuva na mão, fura-se o chão e sai petróleo. Se o país desse a volta, seria como a “corrida ao ouro” do início do século XIX, nos EUA. Bastaria para isso que Maduro e os seus acólitos aceitassem o acordo que está em cima da mesa, que seria abandonar o poder a troco de um tratamento mais favorável e uma casa à beira da praia, em Cuba, para passar os que restam dos seus dias.

Não quer aceitar esse acordo porquê?
Porque deve acreditar que tem alternativa e que se consegue aguentar. E porque não está a ser suficientemente pressionado a fazê-lo.

Os EUA não conseguem pressioná-lo? Acha provável que usem a “opção nuclear” de banir todas as importações de petróleo da Venezuela?
Eu já falei com muitas pessoas na Casa Branca e, como disse, já testemunhei no Congresso norte-americano, falando sobre este tema, e a sensação que fico é que há algum pejo na política norte-americana em avançar para esse tipo de sanções, porque isso poderia desequilibrar o mercado petrolífero e fazer todos os americanos sentirem, quase de imediato, na pele, preços dos combustíveis mais elevados cada vez que fossem a uma gasolineira. Mas se essa mudança de regime algum dia vier a Venezuela pode voltar a ser umEl Doradopara quem está disponível para trabalhar, como os portugueses — que, aqui, têm uma ótima reputação e fama de andarem sempre com um lápis na orelha e a dar o litro no trabalho.

https://www.dnoticias.pt/mundo/venezuela-transformada-no-sonho-de-pablo-escobar-ainda-voltara-a-ser-o-el-dorado-IJ4209208

La confianza de los tenedores de bonos de Estados Unidos demanda a Venezuela por deuda en default

“No es probable que sea una oleada de demandas que tratan de llegar a lo que queda de los activos de Venezuela," dijo Russ Dallen, jefe de Caracas Capital, quien fue el primero en llamar la atención a la demanda de los tenedores de bonos en una nota a los inversores.

https://www.washingtonpost.com/business/trust-for-us-bondholders-sues-venezuela-over-defaulted-debt/2018/12/18/8c676ed0-033e-11e9-958c-0a601226ff6b_story.html?NoRedirect = on&utm_term = .ee60db9cbecb

El Nuevo Herald: Nueva tormenta financiera se abalanza sobre Venezuela

"Y [el régimen venezolano] no logra conseguir una rápida situación a este problema, la decisión de los tenedores de bonos de activar la cláusula de aceleración de pagos podría iniciar el efecto de bola de nieve”, dijo Russ Dallen, socio gerente del banco de inversión Caracas Capital.

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“Esto podría desatar una estampida de acreedores” dirigiéndose a las cortes internacionales a presentar demandas y solicitudes de embargos contra Venezuela para tratar de recuperar parte de sus inversiones, dijo dallen.

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dallen dijo que son relativamente escasos los activos que Venezuela aún tiene en el exterior en contraste con las masivas obligaciones que ha dejado de pagar.

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“Vieron que eran aquellos acreedores que lograban generar el mayor ruido y los mayores dolores de cabeza al régimen los que estaban logrando conseguir algún tipo de pago”, explicó dallen.

https://www.elnuevoherald.com/noticias/mundo/america-latina/venezuela-es/article223224870.html

Tiempos financieros (Reino Unido): Si Rusia cumplirá una promesa de proporcionar asistencia por valor de Venezuela 6 mil millones de dólares?

"Régimen de Maduro se enfrentará el rechazo internacional desde enero 10, cuando el Sr. Maduro volver a ser presidente después de una elección fraudulenta, el cual fue prohibido líderes de la oposición y partido de la oposición a participar, - dije, Russ Dallen (Russ Dallen), Jefe del Banco de Inversión Caracas Capital. - Este movimiento de ajedrez, la que Rusia ha hecho, para fortalecer su posición en Venezuela ".

https://inosmi.ru/politic/20181210/244201830.html

Tiempos financieros: Rusia va a mantener su $6 mil millones promesa de Venezuela?

“El régimen de Maduro se enfrentará el rechazo de todo el mundo a partir de enero 10, cuando el señor Maduro es juramentado nuevamente en para un nuevo mandato tras las elecciones fraudulentas que prohibieron líderes de la oposición y el partido de oposición," dijo Russ Dallen, jefe del banco de inversión Caracas Capital. “Se trata de un movimiento de ajedrez por los rusos para conseguir integrarse también en Venezuela”.

https://www.ft.com/content/d6f21056-fba8-11e8-aebf-99e208d3e521

Venezuela hace pago para mantener sus refinerías en EEUU

Russ Dallen, un corredor de Caracas Capital Markets, con sede en Miami, dijo que el pago muestra un cambio en la estrategia de Venezuela: pasa de luchar contra los acreedores a llegar a acuerdos.

Sin embargo, sigue sin estar claro si Venezuela podrá continuar pagando la deuda que tiene con Crystallex y una larga lista de otros acreedores que ahora se forman para cobrar.

“No hay suficiente petróleo y dinero para pagarles a todos a quienes les debe pagar ahora”, dijo dallen. “Son como hámsteres en una rueda”.

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“Puedes esquivar y esconderte, pero si la corte dice que debes dinero, debes dinero”, dijo Dallen. “Como cualquier acreedor al que no le pagues, van a ir a buscarte”.

https://www.chicagotribune.com/sns-bc-ams-eco-venezuela-citgo-20181126-story.html

Venezuela se aferra a las refinerías estadounidenses preciados en medio de batalla legal

Russ Dallen, un corredor en base en Miami Caracas Capital Markets, dijo el lunes que el pago muestra tácticas cambiantes de Venezuela - desde la lucha contra los acreedores a ofertas llamativas.

Pero no está claro si Venezuela puede seguir haciendo bien en la deuda contraída con Crystallex y una larga lista de otros que ya están haciendo cola para recoger.

“No hay suficiente petróleo y el dinero para pagar a todo el mundo que necesitan para pagar ahora,” dallen dijo. “Son como los hámsteres en una cinta de correr.”

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“Puede pato y ocultar, pero si un tribunal dice que debe el dinero, usted le debe dinero,” dallen dijo. “Al igual que cualquier acreedor no paga, que van a cazarte.”

https://www.yahoo.com/news/venezuela-holds-onto-prized-us-163816623.html

Radio: Russ Dallen en Venezuela, las de Brasil a, Colombia, Cuba, China & Rusia

Con Russ Dallen, Diana West, Dakota madera y Greg Scarlatoiu

RUSS DALLEN, presidente & Redactor jefe de The Latin American Herald Tribune, Jefe del banco de inversión internacional, Caracas Capital Markets, Se desempeñó como Presidente de “The Daily Journal” de Venezuela:

  • Bolsonaro elegido presidente de Brasil,
  • Estado actual de los Estados Unidos- asuntos de América Latina
  • La relación Venezuela-Rusia

https://www.centerforsecuritypolicy.org/2018/11/07/is-trumps-pyongyang-strategy-working/

Bloomberg: Las sanciones Venezuela oro de Trump probable que el objetivo Generales

No hay grandes empresas internacionales que dejan que opera en Venezuela desde que el gobierno expropió las operaciones en el estado de Bolívar, de acuerdo a Russ Dallen, socio director de Caracas Capital Markets, quien ha sido el seguimiento de las inversiones en el país sudamericano desde hace casi tres décadas.

Trump probablemente tendrá como objetivo “la guardia nacional y los generales del ejército que están supervisando el tipo de minero, y el wildcatting en la región," dallen dijo en una entrevista telefónica desde Miami. “No hay ninguna ley y el orden, es más allá del lejano oeste “.

https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-11-01/trump-s-venezuela-gold-sanctions-seen-targeting-generals

Panorama: Prevén mediano impacto de las sanciones al oro

En lo que va de año Venezuela ha retirado en varias oportunidades sus reservas en el FMI. Recientemente, retiró 500 millones de dólares de sus Derechos Especiales de Giro (USTED) para pagar una deuda con el banco estadounidense, Citibank. Russ Dallen, director de la firma Caracas Capital, indicó en mayo que el Gobierno Nacional ha utilizado “casi en silencio” casi todos sus $ 3.600 millones en DEG.

http://www.panorama.com.ve/politicayeconomia/Preven-mediano-impacto-de-las-sanciones-al-oro-20181103-0012.html

las exportaciones de oro de Venezuela fueron las sanciones de EE.UU.,El miedo al aumento de los precios de producción de petróleo y aceite bajo presión

Trump anunció la implementación de nuevas sanciones contra la industria del oro de Venezuela,Sin embargo, el impacto puede ser limitado a las zonas fronterizas del país sudamericano。

Caracas Capital Markets(Caracas Capital Markets)Socio Director Dhahran(Russ Dallen)espectáculo,Desde que el gobierno de Venezuela confiscó negocios del estado Bolívar,En el país no tiene grandes compañías multinacionales siguen operando。

Cuando dijo en una entrevista telefónica en Miami,Trump probablemente tendrá como objetivo "supervisa la región minera de oro de los generales de la Guardia Nacional y el Ejército,Así como trabajadores ilegales en la región。No hay ninguna ley y el orden,muy mala。

Desde finales de 2014,participaciones del Banco Central de Venezuela de las reservas de oro se redujo en más de la mitad,La razón es que el oro venta gobierno para recaudar dinero,Para pagar las importaciones vitales,Y para pagar parte de la deuda。Al 30 de junio,Los restantes 5,18 millones de onzas de oro en las explotaciones del banco central del país de explotaciones de la ETF de oro equivalentes a una quinta parte del fondo actual。

https://www.fx678.com/201811021442572075.shtml

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